30 maio 2012

Monster.

Here in the dark.
My thoughts are growing cold.
I've got to go alone.

Here in the light.
I've got to watch the glow.
Got no place to go.

I've got to let you go.
'Cause under the black clouds.
I am a monster.

- You know what that means?
- No...
- You can't escape me.

28 maio 2012

Liar.

Às vezes finjo que sou diferente.
Tento fingir que consigo voar.
Tento mentir que desligo minha mente.
Que de algum jeito consigo sonhar.

Eu sorrio e olho pra cima.
Do mundo vejo apenas o céu.
Mas o tempo faz esfriar o clima.
E eu volto a provar do meu fel.

No final nunca dá pra fugir.
No final nunca dá pra lutar.
Mas sempre procuro mentir.
Pois minto pra não me matar.

Decay.

Ninguém tem ideia do que fiz.
Ninguém sabe o que sou e suportei.
Minha única certeza é que o mundo não é justo.
E que a fé é apenas ilusão.
Pois pessoas como eu não deveriam existir.
E o sol não deveria brilhar para mim.
Felizmente eu tenho a culpa.
Tenho estas visões sujas de sangue negro.
Ainda que nunca sejam suficientes.
Pois não mereço vida ou redenção.
O mal que causei é caro, amargo e trágico.
Não há como fugir de sua maldição.
Espero que sua vida seja boa.
Perdão nunca me foi uma opção.

25 maio 2012

Anyone To Love.

Another night, another drink
Another time to contemplate and think
Will I ever, ever have anyone to love?

It's not that I don't try
Maybe I try too hard
Seems like I'm living a lie
So there's a game I just won't learn
And I wonder, will I always be alone?
I take a sip and wonder
Why I haven't anyone to love?

I guess I'll say goodnight
My drink's done and it's morning light
Sorry my friend but you see
What other ending could there be
And I wonder will I always be alone?
I take a drink and wonder
Will I ever have anyone to love?
.
.
 
Bublé.

18 maio 2012

Ice.

Eu sinto meu coração se despedaçar lentamente.
E eu vejo a luz da lua expor minha tristeza.
Você não está aqui…
Ninguém mais pode me ajudar.
As garras da morte tomaram forma de galhos.
E puxam meu corpo para o chão.
Eu sinto o fim chegar…
É tão frio quanto o gelo.

Fury.

Se fosse possível… Eu não queria te mostrar esta forma minha.
Os olhos vermelhos. O esgar cruel.
Eu renunciaria a tudo isto.
Me perdoe, mas isto tornou-se imperdoável.
Eu jamais te entregaria o fim se não fosse o que você me pede.
O corpo frio de inverno. O toque congelante.
Eu gostaria de poder fugir sem medo.
Mas o destino está mais do que selado em mim.
Fúria.

Se fosse possível… Eu não queria te mostrar esta forma minha.

Riot.

Eu não preciso dizer o que penso.
Não preciso sorrir para você.
Não preciso te abraçar e dizer que tudo vai ficar bem.
Porque nada é como parece ser.
E o comum pode não ser o correto.
Eu não preciso enxergar o mundo todo.
Pois não há muito a se dizer sobre.
Então não espere por isso.
Porque não irá acontecer.
Já tem lixo demais no mundo sem minha ajuda.

Moment.

E a culpa continuava a atormentar.
Entrando cada vez mais fundo em sua pele.
Aquele sangue jamais iria sair.
Estava impregnado em tudo que lhe era belo.
O cheiro de morte pairava no ar.
Fazendo o espelho refletir um monstro.
O som da água jamais iria se sobrepor. Jamais…

Memory.

A delicadeza de uma memória.
De uma lembrança recuperada no tempo.
A sutileza de um movimento;
Tão natural quanto a sombra ao chão.
Tão pura e bela quanto o calor do sol.
Memórias de lembranças,
Que nunca foram realmente suas…