E eu sei que com o tempo essa tristeza vai passar
Que as folhas de Outono mortas vão se renovar
O dia vai surgir e novamente eu vou tentar
Mas ficam os refrões...
...são tantos pensamentos pra enterrar.
11 dezembro 2013
Necessidade.
Eu me lembro, e sempre vou me lembrar. Um sentimento destes não se vai assim. Mas talvez eu deva compreender que nunca começou, então não tem como acabar. Tenho que entender, não era eu, não assim, não era, não é, e não será. Eu tentei tanto quanto pude, e quase me convenceram de muitas coisas durante esse tempo, mas acho que talvez seja o momento de apenas desistir. Acho que é hora de começar a olhar quem realmente me olha, e cogitar quem me cogita. Dói muito escrever palavras que soam tão definitivas, e eu queria poder dizer que existe algum tipo de maneira, de saída, mas não há. Você não me deixa escolha, e na verdade nunca deixou, mas talvez eu devesse admirar isso em você, porque só assim eu percebi que estou fazendo a mesma coisa, e a partir da percepção posso tentar mudar. Você não é uma pessoa ruim, e na realidade não fez nada de errado, meu erro foi ter tentado mudar o imutável, e não ter percebido que uma soma jamais dependerá apenas do querer de um só coração. Parto agora pra não tentar de novo, pois não quero que você faça o mesmo que eu fiz, nem que cometa os erros que eu cometi, só te peço que não reclame da tua solidão, havia um buquê em sua porta, e todas as rosas queriam te alegrar, mas você preferiu voltar pro quarto e se trancar...
Continuarei a ser teu, mas de outra forma.
Tentarei mudar e estar com quem me quer agora.
Abra a porta e saia, do buquê só eu morri.
Pegue uma das rosas, e um motivo pra sorrir.
Continuarei a ser teu, mas de outra forma.
Tentarei mudar e estar com quem me quer agora.
Abra a porta e saia, do buquê só eu morri.
Pegue uma das rosas, e um motivo pra sorrir.
07 dezembro 2013
Plágio De Outras Vidas.
E
então alguns cientistas já decadentes, tristes e bêbados, toparam com o
desafio mais contundente de suas vidas, e na dificuldade intransponível
de desvendar, resolveram ao menos criar um título pra quem sabe ganhar
um Nobel. Analisaram as opções, as situações, as vertentes, e toda a
complexidade que vinha de uma simplicidade sem tamanho. Ao fim de tudo,
nomearam de amor. Mas espera, já não existia esse nome? Não se lembravam
mais, e pensando agora, porque estavam bêbados mesmo? Algo a ver com
decepção. De quê? Vida? Ou o tal amor? Já não sabiam mais. Beberam e se
entristeceram muito mais. Bem, pensando melhor, pra que eles queriam um
Nobel mesmo?
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