Eu estou sozinho, e te vejo desaparecer como nuvens.
No alto e no céu...
Eu sou fraco e tão frio.
Como eu estou sozinho...
Adeus.
Oh, como eu te amo tanto, perdido naquelas memórias.
E agora você se foi...
Eu sinto a dor, me sentindo como um tolo.
Adeus.
Meu amor por você queima profundamente.
Dentro de mim, tão forte.
Brasas de momentos que tivemos.
E agora aqui estou perdido em uma memória...
Eu vejo seu rosto e sorriso.
Adeus.
.
.
Não se importe comigo.
Não chore.
Eu irei chorar por você.
"Certo dia, um menino avistou, ao longe, um barquinho feito de papel que descia por um rio caudaloso. Ele tentou ver até onde o barquinho ia mas ele acabou se perdendo no volume do rio. Ele passou a observar para ver se outros barquinhos viriam e ficou assim por alguns minutos.
ResponderExcluirApós isso, ele se levantou e começou a andar na pequena trilha que beirava o rio e foi até onde ele podia. No final da trilha, havia uma cachoeira e ele foi bem pertinho da beirada. Lá estava preso entre as folhagens, o mesmo barquinho de papel que ele tinha visto há alguns dias. Ele o pegou e viu que tinha algo escrito nele e decidiu ler. Feito isso, ele pegou a folha e a pôs de volta no rio para que ela finalmente pudesse descer pela cachoeira..."
Existem muitas morais e muitos finais para essa história, além de várias formas de se contá-la... Cada um é capaz de dar o sabor que quiser para sua versão da história...