18 outubro 2010

Tolo.

Eu estou sozinho, e te vejo desaparecer como nuvens.
No alto e no céu...
Eu sou fraco e tão frio.
Como eu estou sozinho...
Adeus.

Oh, como eu te amo tanto, perdido naquelas memórias.
E agora você se foi...
Eu sinto a dor, me sentindo como um tolo.
Adeus.

Meu amor por você queima profundamente.
Dentro de mim, tão forte.
Brasas de momentos que tivemos.
E agora aqui estou perdido em uma memória...
Eu vejo seu rosto e sorriso.
Adeus.
.
.

Não se importe comigo.
Não chore.
Eu irei chorar por você.

Um comentário:

  1. "Certo dia, um menino avistou, ao longe, um barquinho feito de papel que descia por um rio caudaloso. Ele tentou ver até onde o barquinho ia mas ele acabou se perdendo no volume do rio. Ele passou a observar para ver se outros barquinhos viriam e ficou assim por alguns minutos.

    Após isso, ele se levantou e começou a andar na pequena trilha que beirava o rio e foi até onde ele podia. No final da trilha, havia uma cachoeira e ele foi bem pertinho da beirada. Lá estava preso entre as folhagens, o mesmo barquinho de papel que ele tinha visto há alguns dias. Ele o pegou e viu que tinha algo escrito nele e decidiu ler. Feito isso, ele pegou a folha e a pôs de volta no rio para que ela finalmente pudesse descer pela cachoeira..."

    Existem muitas morais e muitos finais para essa história, além de várias formas de se contá-la... Cada um é capaz de dar o sabor que quiser para sua versão da história...

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