Sua voz, uma ordem.
Um olhar autoritário.
Não há porque desobecer algo assim.
O que eu sou?
Eu sou a arma na sua mão.
O boneco dança...
O diabo sorri...
O jovem, vítima da roda do destino.
A garota que carrega a estrela.
E o homem que segue o caminho da noite.
Ainda ostentando as feridas abertas.
E as lembranças guardadas na memória.
Reencontrando-se em um tempo passado.
Ó crianças...
Ó marionetes...
Agora, sob o peso deste golpe.
Agora, sobre a palma da mão da vida...
Dancem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário