23 abril 2014

Segue Madrugada.

Tenho que ir embora. Tenho que ir agora, me desculpe, sem demora. Você faz tudo ser diferente, de um jeito bonito e meio imprudente. Uma virtude no defeito, um belo olhar, um acalento. O seu perfume, o meu tormento... Céus, como eu lamento.
Uma lembrança imaculada, uma memória apagada. Noite certa, hora errada. Quando foi que fiquei assim? Talvez esse seja o meu fim. Não é de hoje que tenho esses problemas, acabo me deixando levar pelos dilemas. "Se eu já não tivesse. Se você não fosse. Se eu já não gostasse". Ah, se isso mudasse... Pois é, eu tenho que ir embora. E tem que ser agora, me perdoe, sem demora.

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