13 março 2012

Tempos Em Tempos.

Eu pego o que está morto.
E dou vida novamente.
E deixo tudo partir.
Sem maiores interrupções.
Torcendo para que fique bem.
Mesmo assim não sei dizer.
Quem se machucou mais.
Pois lhe comprei flores murchas.
E lhe escrevi um poema.
Mas não há nada para dizer esta noite.
Tenho vinte e quem sabe mais um.
Ao sabor da rua e à sua saúde.
Dominando meu pobre mundo.
E mostrando perfumes novos.
Pelos quais amargamente amadureci.
Nestas curvas abrangentes.
Mas ainda assim...
Não tenho quem me sopre vida.

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