08 novembro 2012
Grama e Madeira.
A alegria do seu olhar, e tudo que nele se resumia em poucas palavras, de brilho angelical e demoníaco. Seus olhos, e as cores da imensidão imutável que é o quadro ao meu redor, criado em lentas pinceladas de insinuações piscadas. O charme, o medo, a tristeza, o zelo, a melancolia, o amor e o desespero, tudo semicerrado junto a tua expressão que é tão sua, e apenas sua. Toda a nuance acentuada, a pura arte apresentada, seus olhos, verde e castanho, grama e madeira sobre o lago negro congelado dos teus pensamentos, fustigado pela neve e pelas folhas do Outono do jardim que um dia foi nosso. A alegria do seu olhar, minhas lembranças através das tuas janelas, e céus, como eu amei te amar.
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