18 outubro 2014

Noites Inquietas.

"A Rosa que seduz nem sempre é bela".
Em outra vez tentarei crescer e aceitar que essa frase que eu escrevi aos 16 anos é tão real quanto possível; talvez até mais real do que o possível. Ela se aplica a qualquer tipo de coisa que tem algum tipo de significado nesse mundo. Nada do que nos cerca pertence a nós, e nós não somos especiais. E ainda assim somos donos de tudo, senhores de nossa própria maldição criada pelo querer de algo melhor. Ainda assim somos a individualidade que faz o conjunto ser importante de alguma forma misteriosa e mágica. Destino, caminhos, amores. É inacreditável. É quase inaceitável.
É irônico eu ter escrito uma frase desse tipo aos 16 anos, e não pretendo explicar por quê. Quero que cada um leia isso e imagine que tipo de significado essa frase pode ter ou não pra si. Pode ser uma boa frase, pode ser só um monte de besteira... exatamente como cada um de nós. Numa noite como essa eu só queria a companhia daquela guria de sobrenome alemão, quem sabe com uma dose de uísque ou de café, alguns cigarros e uma conversa sobre tudo que fomos, somos e seremos. Acho que às vezes o que queremos é somente isso: Uma noite com nossos vícios, não importa se bebidas, cigarros, ou pessoas.
"A Rosa que seduz nem sempre é bela".


Ainda assim ela é perfeita.

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